12 de julho de 2010

OsPaparazzi arranca sorrisos de Marco Luque

A semana é especial para os fãs do programa CQC, da Rede Bandeirantes. A partir desta terça-feira (6) OsPaparazzi apresenta uma série de reportagens mostrando o que você não sabia sobre a atração comandada às segundas-feiras por Marcelo Tas, Rafinha Bastos e Marco Luque.

A equipe de reportagem acompanhou os bastidores do CQC em São Paulo, na TV Bandeirantes, nesta última segunda-feira (5). Embarcando com a Caravana da Rádio Stereo Vale FM, a equipe OsPaparazzi invadiu os corredores da Band e descobriu curiosidades para os leitores do Vale do Paraíba e região.

A segunda parte deste especial está apresentada a seguir, agora com uma entrevista com o apresentador Marco Luque. Confira!





Ao perguntar sobre ex-emprego no Vale do Paraíba, OsPaparazzi arranca sorrisos de Marco Luque

21h45, segunda-feira. Faltava pouco para entrar no ar o CQC (Custe o Que Custar), da TV Bandeirantes. De olho nos bastidores da atração, a equipe OsPaparazzi já se preparava para entrar no estúdio de gravação quando foi surpreendida.

Uma das estrelas do CQC, já com terno preto e gravata, “tomava um ar” na parte externa da emissora, aguardando os minutos que restavam para entrar ao vivo.

Era Marco Luque. Um grupo de mulheres da Caravana Stereo Vale, de São José dos Campos, foi à loucura: “gente, ele é ainda mais lindo pessoalmente. Vamos lá pegar um autógrafo”.

O sossego de Luque já havia acabado. Mas ele é atencioso com os fãs. Fala com todos com simpatia e carisma que impressionam. Ao ver a câmera de OsPaparazzi ligada, o apresentador do CQC mostra uma timidez até então desconhecida.

A reportagem pergunta: Marco Luque, você já trabalhou na nossa região, lembra do tempo em que dedicava seu talento ao NR? “Claro, po, NR (gargalhada). Era muito stlyle. Lembro, sim. Muito legal. Trabalhei lá por um bom tempo”, responde sorrindo.

Mais um sorriso para a câmera de OsPaparazzi e ele já voltava as atenções para os autógrafos, que em alguns casos deram trabalho e exigiram raciocínio rápido (veja vídeo acima).

Minutos depois, o Homem de Preto do CQC caminharia a passos tranquilos até o elevador. Brincando com uma dupla de faxineiras da emissora, Luque seguiu ao camarim do CQC, e às 22h15 já estaria encantando os telespectadores na bancada ao lado de Marcelo Tas e Rafinha Bastos.

Luque trabalhou na região?
É isso mesmo! O apresentador do CQC já trabalhou como monitor do NR Acampamentos, que tem unidades localizadas na Serra da Mantiqueira em Sapucaí Mirim, sul de Minas Gerais, próximo a Campos do Jordão (SP).

Você, estudante, já foi passar férias no NR? Lembra de um monitor malucão, de cachinhos, apelidado de Marcos Palmeira? Pois então você já se divertiu ao lado de Luque.

*Entrevista gentilmente cedida por @ospaparazzi ao Portal CQC. Esta é uma das entrevistas que estão no Especial desta semana do site ospaparazzi.com.br. Vale a pena conferir!

9 de julho de 2010

Oscar Filho revela seus principais sonhos em entrevista exclusiva


Uma pessoa de duas caras é considerada mau-caráter. Mas e quando ela tem três, quatro, cinco...? Neste caso, por incrível que pareça, a personalidade dela pode ser bem melhor do que você imagina. O ator e comediante Oscar Filho, por exemplo, tem múltiplas facetas e só desperta alegria por onde passa.

+ Especial OsPaparazzi: uma semana com curiosidades sobre o CQC

Formado em artes cênicas, ele consegue encenar diferentes tipos de papéis. Desde dramáticos até cômicos. No show humorístico de stand-up “Putz Grill...”, que está em cartaz no shopping Frei Caneca, em São Paulo, Oscar retrata situações do cotidiano de forma divertida. Em cada caso, uma expressão facial diferente.

Como repórter do programa CQC (Custe o Que Custar), da TV Bandeirantes, o comediante mostra outro lado da sua personalidade. Durante uma reportagem, entrevista pessoas com perguntas pertinentes e, ao mesmo tempo, com pitadas de humor.

Fora das câmeras e dos palcos, afirma ser tranquilo e reservado. Em meio a tantas faces, OsPaparazzi procurou Oscar Filho para conhecer melhor cada uma delas. E, nesta conversa exclusiva, esses detalhes foram revelados. Vale a pena conhecer as “caras” de Oscar Filho!

OSPAPARAZZI – Você se formou ator em 2003. Quais foram os motivos que o levaram a cursar artes cênicas?


Oscar Filho: Eu tive, aos 13 anos, o meu primeiro contato com o teatro. Naquele dia, soube que eu ia fazer isso para o resto da minha vida. Logo depois que fiz um cursinho, fui fazer artes cênicas em São Paulo.

OSPAPARAZZI – Quando e por que decidiu fazer humor no teatro?

OF: Foi muito por acaso. Em Atibaia, um grupo de amigos resolveu escrever uma peça sobre uma família, a la “Trair e Coçar é só Começar”. Deu muito certo! O teatro foi lotado com alguns dias de antecedência. Em São Paulo, eu e outros amigos montamos um grupo de humor. Depois disso, o Marcelo Mansfield (humorista) me chamou para fazer s

Quem são as suas referências humorísticas?
OSPAPARAZZI –
OF: Acho o Bill Cosby um gênio. O David Letterman também é incrível. Além deles, gosto do Jim Carrey, Jerry Lewis, Jô Soares, Chico Anísio, Zé Vasconcelos...

Você já interpretou papéis dramáticos, como em “A Serpente”, de Nelson Rodrigues. Em que essa experiência o ajuda nas suas apresentações cômicas?
– OF: Só experiência de palco mesmo, porque são coisas completamente diferentes.

Existe humor de mau gosto?
OSPAPARAZZI –


OF: Tem alguns temas que são tabus: religião, futebol e homossexualismo. Dependendo da maneira como você aborda, pode ser muito interessante. Mas é muito fácil fazer piadas de mau gosto com esses temas. Uma piada dessas pode ser bastante preconceituosa. Ela pode chegar ao ponto de influenciar outras pessoas, que não sabem exatamente o que é preconceito, a espalharem isso. Portanto, precisa ter cuidado ao lidar com essas questões.


humor stand-up tem levado, cada vez mais, pessoas ao teatro.Como explica o sucesso deste tipo de humor?



OF: Acontece um monte de coisas que nos faz ficar meio “deprê”. O humor está com muita força porque tem bastante gente boa aparecendo por aí. Além disso, as pessoas estão precisando rir. É juntar a fome com a vontade de comer.

Após divulgar seus vídeos no Youtube, você foi convidado para fazer o teste para o CQC do Brasil, que foi realizado na Argentina. Conte como foi esse processo de seleção.
OSPAPARAZZI –
OF: Um dia, um produtor do Clube da Comédia me ligou e disse: “Oscar, tem um paraguaio aí querendo falar com você.” Mal sabia ele que aquela ligação ia dar uma guinada na minha vida. Porém, antes disso, eu tinha feito um teste na Band, só que não foi divulgado para o que era. Depois fiz mais três testes. Um foi para a bancada, mas eles já tinham definido quem ocuparia ela. Fizeram como tira-teima. E os outros dois foram uma festa com celebridades, e com o José Serra. Fiquei sabendo que o diretor me achou na internet enquanto procurava pessoas para o casting do programa. A internet também tem uma força incrível na minha vida.

Como foi a adaptação ao papel de repórter?
OSPAPARAZZI –
OF: Foi difícil no começo. Eu fui o último a entrar, e faltavam duas semanas para o programa de estreia. Todos os outros já estavam trabalhando desde o ano anterior. Tive que aprender na raça e fazer as matérias já valendo. Não houve tempo para treinar.

Em entrevista à revista QUEM, você afirmou ser a pessoa “mais careta do mundo”, pois não vai a baladas, não bebe, não fuma... Com este perfil de uma pessoa tranquila, como se sente em ser escalado para cobrir grandes festas, recheadas de celebridades?
OSPAPARAZZI –
OF: Pois é. Antes eu era vendido no programa como se fosse o cara da balada, que pegava a mulherada. Hoje em dia, isso mudou. As pautas são bem mais variadas.

Quais tipos de matérias, que você ainda não fez, sente vontade de fazer?
OSPAPARAZZI –
OF: Ainda não fui para Brasília. Tenho essa curiosidade. Também gostaria de fazer, pelo menos uma vez, o “Proteste Já”. Tenho vontade de sentir o que o Rafinha (Bastos) passa.

Dizem que a fama tem o lado bom e o ruim. O que conhece de cada um desses lados?
OSPAPARAZZI –
OF: O bom é que você pode divulgar mais outros trabalhos paralelos, e o ruim é que muitas pessoas acham que você tem que fazer o que ela quer a qualquer hora. Tenho receio de algum dia estar transando e aparecer alguém debaixo da cama e pedir: “Ô, pode tirar uma foto comigo?” Eu nego e ela fala: “Não??? Pô, tá estrela hein.”

Os programas sempre precisam se renovar para manter o sucesso. Como é feito esse processo no CQC?

OF: O CQC é uma franquia da Argentina. O programa de lá tem 15 anos. Muitos quadros foram importados, mas algumas coisas nós fizemos aqui e eles importaram. Um exemplo é a matéria que eu fiz de desligar as TVs no dia do jogo entre Argentina e Nigéria, em Buenos Aires (assista). Foi uma ideia que surgiu aqui e logo eles fizeram lá também.

As pessoas fazem muitas comparações entre CQC e Pânico, como, por exemplo, qual é o melhor. Como você, e os outros integrantes do CQC, encaram essas comparações?
OSPAPARAZZI –
OF: Hoje em dia, não comparam mais porque já sacaram que é diferente. Acho que isso surgiu mais da mídia, para poder ter um comparativo e os leitores terem uma referência do que era o programa. Mas encaramos bem. Muitas vezes nos encontramos nas pautas. Eu vou conversar com eles, assim como eles vêm conversar comigo. Um dia, eu e o Carioca (Márvio Lúcio) ficamos batendo o maior papo enquanto não chegavam os convidados. Tudo é super tranquilo.


CQC e Pânico podem ser comparados?
OSPAPARAZZI –
OF: Não, porque eles se fantasiam e a gente não. Eles fazem imitações, a gente não. Entre outros.

Como surgiu a ideia de criar a peça “Putz Grill...”?
OSPAPARAZZI –
OF: Um produtor de Florianópolis me ligou e perguntou: “Você tem um solo de stand-up?” Eu sou ator, e o ator, para sobreviver, aprende que não se pode dar uma resposta negativa para nada. Então, respondi que sim, sem titubear. Aí ele marcou a data. Seriam duas apresentações no mesmo dia, em um teatro de 500 lugares. Eu pensei: “O que estou fazendo? Ninguém vai ver isso.” Até porque eu estava prestes a entrar no CQC, e, por isso, não era um cara conhecido. Mas lotou as duas sessões. Fiquei com a autoestima lá no céu, e comecei a viajar com o solo por aí.

Como faz para prender a atenção do público e não deixar o show enjoativo, já que dura pouco mais de uma hora?OSPAPARAZZI –

OF: Como que uma empregada doméstica consegue fazer tão bem o trabalho dela e deixar tudo brilhando? Eu não seria capaz de fazer tão bem quanto ela. Cada pessoa sabe fazer pelo menos uma coisa muito bem na vida.

A peça agora está em São Paulo. Por que considera o público paulistano mais crítico?
OSPAPARAZZI –
OF: Em São Paulo, o número de peças que entram em cartaz, a quantidade de cinemas, de filmes, de museus, de galerias, enfim, de arte em geral é muito maior do que em qualquer outro lugar no país. Então, as pessoas têm acesso a tudo isso. Elas aprendem a criticar com mais embasamento o que assistem. Vai além do gosto e não gosto. Em outros lugares, existem os fãs que gostam de mim e do que faço. Então o público vai muito aberto para rir e sem essa coisa da crítica. Além disso, muitas cidades não são locais de expressão de cultura ativa. Quando algo novo aparece, eles vão com vontade de beber aquilo.

O “Putz Grill...” já percorreu por mais de 75 cidades brasileiras, de diferentes regiões. Quando você expõe uma situação durante o show, as reações da plateia se diferenciam conforme a região?
OSPAPARAZZI –
OF: Um pouco. Eu tentei deixar meu show o mais abrangente e universal possível, justamente para que eu não tenha que ficar mudando de texto por causa das reações do público.

Quais são seus sonhos profissionais?
OSPAPARAZZI –
OF: Fazer uma novela, um filme, mais peças de teatro... Quero também uma casa com piscina e um pirulito.


PUTZ GRILL...”, com Oscar Filho


Todos os sábados, às 23h59h

Teatro Shopping Frei Caneca
Local: Endereço: Rua Frei Caneca, 569 - Shopping Frei Caneca, 6ºandar - São Paulo
Gênero: Comédia
Duração: 70 minutos
Ingressos: R$ 50,00 (Inteira) e R$ 25,00 (meia – carteirinha de estudante e idoso)
Capacidade: 600 lugares
Classificação: 14 anos
Estacionamento: no local
Bilheteria: terça a sábado, das 13h até o início do espetáculo – domingo, das 10h às 19h.
Lugares para portadores de necessidades especiais: Sim
Mais informações: (11) 3472-2229 / (11) 3472-2230 (atendimento somente nos horários de funcionamento da bilheteria )
Vendas também pelo site www.ingressorapido.com.br

'Presidente da federação argentina bate boca com repórter do CQC'

Na chegada ao evento de apresentação do emblema oficial da Copa do Mundo de 2014, nesta quinta-feira, o presidente da Associação de Futebol Argentina (AFA), Julio Grondona, bateu boca com o repórter do programa CQC Felipe Andreoli.

Andreoli perguntou ao dirigente quem vai ficar mais tempo como presidente de federação, ele ou Ricardo Teixeira. "Não entendi o propósito da pergunta", disse o argentino. "Eu acho que devia mudar um pouco", retrucou o repórter. "Então, muda você", disparou Grondona, que ficou de péssimo humor e logo entrou no evento, sem conversar com os jornalistas.

A história do continuísmo incomoda também o dirigente brasileiro. Na manhã desta quinta, em outro evento sobre a Copa de 2014, ele foi direto quando questionado sobre a declaração do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que pediu mais rotatividade na CBF: "Eu respeito, democraticamente, o que o presidente Lula acha em relação às reeleições, apesar de discordar".

Fonte: ESPN

8 de julho de 2010

CQC da a camisa a seleção para o ator Tom Cruise

O CQC não poderia deixar de ver de perto a pré-estreia do filme “Encontro Explosivo”, com Tom Cruise e Cameron Diaz, na noite de desta terça-feira, dia6, no Rio de Janeiro.

Ligeiro, Oscar Filho conseguiu falar rapidamente com o ator e ainda provocou. Há um tempo, Cruise fez um comercial, devidamente editado, em que mostrava algumas embaixadinhas com uma bola de futebol. Assim, ele foi desafiado: se provasse que saberia dominar a bola, ganharia uma camiseta especial do Brasil, com o escrito “Tomzinho” nas costas. Se não conseguisse, levaria um grande “chupa essa manga”, literalmente.




Bom, pela foto, percebe-se que o astro se deu bem na aposta. E, ainda muito bonzinho, disse que seu nariz era parecido com o de Oscar Filho. Além de suas alturas, claro. Tudo isso e muito mais você assiste no CQC da próxima segunda, dia 19, a partir das 22h15, aqui na Band.

Conheça as novas aventuras de Marco Luque na Band

Com Marco Luque não há mau tempo. Seja por seu excelente humor ou por sua altíssima versatilidade em sempre buscar novos caminhos.

A capacidade de rir e, principalmente, fazer rir pode ser vista na tela Band todas as segundas-feiras na bancada do “CQC”. No palco, com o show de stand-up comedy “Tamo Junto”. E até no rádio, onde dá vida ao amalucado motoboy Jackson Five, na Mix FM.

Mas não é só de tiradas cômicas que se sustenta a carreira de Luque. Formado em artes plásticas, ele já foi garçom, jogador de futebol profissional (pelo time do Santo André), locutor, dublador e ator. A partir de julho, mais uma página será acrescentada ao seu currículo, com a estreia de “O Formigueiro”, seu primeiro programa solo na TV.

Com produção da 4 Cabezas – também responsável pelo “CQC” e “A Liga” – a atração vai ocupar a grade da Band uma vez por semana (em dia ainda não definido). Com foco no humor, o programa terá duração prevista de 1h30 a 2h.

O novo desafio na televisão, a extensa lista de projetos em andamento e os desejos futuros para sua vida e trabalho. Esses foram alguns dos assuntos que o hiperativo Marco Luque conversou com o eBand em uma entrevista exclusiva.






Qual será o formato de “O Formigueiro”?

“O Formigueiro” vai ser um talk show, mas um talk show diferente, com um formato voltado para a diversão. Então, a gente não vai só conversar, vamos também brincar. Sou eu de apresentador, o convidado e mais um elenco responsável por alguns quadros.


O programa terá quadros fixos ou muda a cada semana?

A gente vai ter diferentes formas de brincar com o mesmo tema. Mas terão alguns quadros fixos, como o “cientista” que sempre vai comandar alguma experiência comigo e o convidado. Terá ainda um cara que toda semana vai fazer algo relacionado ao “efeito borboleta”. E, claro, tem algumas ideias que ainda vão passar por testes, que vamos ver se funciona ou não.

Será basicamente humorístico, então?

Vai, vai ser bem engraçado. “O Formigueiro” será uma grande brincadeira. O intuito é se divertir e fazer com que o convidado se divirta.

Os convidados terão algum perfil específico?


Não, a gente vai querer conversar com o todo o tipo de gente. O importante é chamar pessoas interessantes para que a galera fique mesmo curiosa em ver aquela pessoa se divertindo no programa junto comigo.

E como está a expectativa em ter um programa só seu?

Todo mundo que está envolvido no projeto está otimista. Desde a equipe, que inclui umas 40 pessoas, até a Band, todos estão super empolgados com o projeto. Então, tá super gostoso o processo. Eu acho que tudo o que eu venho fazendo na minha vida profissional é um preparativo pra esse projeto.

Qual será a diferença do Luque do “CQC” para o Luque de “O Formigueiro”?


O Luque do “CQC” não tem o compromisso de informar ou de saber o que está acontecendo. Ele é um cara mais louco, mais irresponsável, aquele que dá uma leveza naquela levada política e jornalística do programa. Eu acho que o Luque do “CQC” fica numa linha tênue entre o gênio e o imbecil (risos). Já o Luque de "O Formigueiro” é um cara mais centrado. Como eu é que tenho que dar o ritmo, preciso estar ligado em tudo o que acontece, do começo ao fim do programa, para poder linkar as coisas.

Com os dois programas, como vai ficar seu show de stand-up?


Vou viajar menos, mas o stand-up continua. Teatro é uma coisa que eu não quero deixar de fazer nunca. Palco foi o que me fez e fez as pessoas prestarem atenção em mim. O contato com a plateia é algo sagrado.


E o rádio? Segue o Jackson Five na Mix?


Sim. Inclusive, agora na última semana de junho, retomamos a gravação de novos episódios, após um período de reprises.

Você não pensa em fazer outro personagem nesse mesmo formato?

Penso. Eu penso muita coisa (risos), mas eu não consigo. Eu estava com um projeto muito legal no teatro chamado “Entre Meias e Gravatas”, que eu fazia personagens e tal. Mas não deu para seguir. Agora eu quero focar em “O Formigueiro” e no “CQC”.

Apesar de formado em artes plásticas, você já disse que só vai se sentir um artista quando rolar a primeira exposição. Como estão esses planos?


Não tenho previsão. Eu tenho três esculturas, mas quero ter, no mínimo, 15 para fazer uma exposição. E eu não tô tendo tempo, nem espaço pra produzir. Vai precisar de, pelo menos, mais um ano para poder executá-la.

Embora ele já seja bem recheado, o que ainda falta no currículo de Marco Luque?


Nossa, um monte de coisa. Quero pular de paraquedas, quero ter uma família. Queria pintar, que é uma coisa que eu adoro. Queria que o dia tivesse mais 6h. E queria dublar desenho animado, que é algo muito legal.

Já pensou no cartaz de um filme da Pixar: “com voz de Marco Luque”...


Nossa, eu ia adorar fazer!

7 de julho de 2010

Conheça o outro lado de Marcelo Tas, aquele que não está na Wikipedia…

Atire a primeira máscara aquele que não faz tipo na internet. Mesmo sem pensar, estamos sempre projetando um personagem, uma imagem e, principalmente, julgando rapidamente as pessoas a nossa volta. Em papo ótimos gravados em vídeo, invadi a casa, estúdio, rotina e intimidade de Didi, Inagaki, Lia Camargo, Marcelo Tas e Marimoon, pra revelar coisas que você jamais sonhou saber sobre eles e que não estão no Google. Se liga!





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Carequismo


Eu tinha uns 25 anos e vivi um trauma e, uma dúvida importante: será que eu sou mesmo careca? Quando você fala EU SOU CARECA, a vida fica ótima. Eu raspo um pouco nas laterais e passo Neutrox no banho, pra dar uma saúde, um vigor.”


Dançando Nu


“Sou um filho da libertação do corpo, libertação sexual, das drogas, esse pessoal todo dos anos 70 e 80. Eu fazia parte de grupos de estudos do corpo, de substâncias, de transformações da consciência e um deles era de dançar pelado. A gente se trancava numa casa aqui em SP e era uma loucura.”









Piloto de avião



“Fiquei dos 15 aos 18 na FAB (Força Aérea Brasileira), treinei pra pilotar, mas nunca o fiz. Vi que não combinava com a vida militar. Mas gostava da diversidade de tipos, tinha gente do Brasil inteiro, a gente usava farda, viaja de carona em aviões da FAB, conheci o país todo. Até hoje temos uma lista na internet, onde nos falamos todo dia e rola de tudo. Quando tem acidente, por exemplo, eu sou um dos primeiros a saber o que aconteceu, antes dos jornais.”


As Malas da web


“Na web tem muita gente mal humorada e cheia de problemas, cheia de ego. E pro malas da web eu não respondo, eu deixo elas passarem e seguirem seu caminho na esteira. Hahahaha!”

Fama enche o saco ?


“Eu não me sinto famoso! Tipo aquela cara da novela que às vezes as pessoas nem sabem o nome. Esse tipo de coisa deve cansar. A pessoa geralmente me conhece por algo que eu fiz, o Professor Tibúrcio, o CQC, o Twitter… isso torna o contato muito afetivo, o que é ótimo.”

Dormir

Uma das coisas que eu mais gosto de fazer! Sou daqueles que deita e dorme! Mas isso é uma técnica, você tem que treinar. A melhor posição pra dormir é de ladinho. Mas não uso pijama.”

Acordar
Gosto muito de bocejar! É algo que tá sendo estudado nas universidades francesas, é muito importante. A gente perdeu esse tempo de acordar, espreguiçar… É uma maneira de se preparar pro que vem.”

A primeira vez


“Foi muito romântica. Sempre tive muito interesse nesse assunto, então foi muito cedo. Sempre namorei mulheres muito velhas, tinha 18 e elas 35 ou 40 anos. Eu fui praticamente criado por algumas delas.”

Além do Google


“Tem coisas que nós temos que saber que não estão no Google, pense nisso! Onde você vai encontrar? Você não vai se conhecer entrando no Google, só entrando em você mesmo todos os dias da sua vida. Não adianta achar que tecnologia resolve tudo e que tá tudo lá na web, não tá. Aliás, o fundamental não tá! O importante é o verdadeiro AMOR! :)”


Como seria uma tuitada do tas ..

PAI ? Desliguem o videogame. Game over!
FILHO? Só mais uma! Só mais uma!
MARIDO? Vamos jantar?
AMIGO? Nhôôôôôôô!
MARCELO TRISTÃO ATHAYDE DE SOUZA? Alô, Ituverava!
PROFESSOR TÍBURCIO? Olá, Classe!
PARA OS PRESIDÊNCIAVEIS ? Ouçam os eleitores e parem de falar!

Complete a frase

Nunca antes da história da Marcelo Tas… eu apresentei um programa ao vivo em rede nacional.
Caro Maluf, creio que o senhor tem quatro… probleminhas na justiça.
Se pelado estivesse… estaria muito confortável! :)
É melhor irritar sua mulher do que… não, não é bom irritar minha mulher! ahahaha
Se o Sarney arranja… toda corja em torno dele se arranja também!

O que vc prefere ?

Uma fila com 52 blogueiros irados, 1666 fãs fervorosos ou 5 dos seus piores inimigos da época do Varela e do CQC? Todos juntos numa grande festa, a qual obviamente eu não comparecerei. rs
Um filho gay, blogueiro, apresentador de TV ou torcedor do São Paulo? Qualquer coisa menos torcedor do São Paulo. Pior que isso? Só se for fã do Rogério Ceni.
Steve Jobs ou Bill Gates? O Steve tá virando o Bill Gates do 3o milênio, o cara quer dominar tudo. O Bill, que antes queria tudo pra ele, tá tentando distribuir o que ganhou época em que ele era O BILL.


























6 de julho de 2010

Danilo Gentili diz que Dilma "o salvou" de agressão durante evento

O repórter Danilo Gentili, do humorístico "CQC" (Band), sofreu mais uma agressão durante reportagem para o programa. Desta vez foi em um evento na cidade de Santo André (Grande São Paulo). Ele acompanhava a candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT), na noite desta segunda-feira (5), quando houve um empurra-empurra.





Gentili explica que a confusão ocorreu quando a equipe do programa tentou se aproximar do palanque para fazer uma pergunta à candidata. Ele ainda afirma ter sido agredido, junto com o cinegrafista que o acompanhava, por alguns militantes.

"Começou com chute. A gente tentou agachar para não chamar atenção, para dispersar. Quando agachamos, levamos chutes na costela. Abriram a roda e começaram a empurrar", diz o humorista no podcast abaixo.

O humorista também diz que os agressores pareciam estar embriagados. "Foram alguns militantes do PT, não foram os militantes do PT, porque no momento da agressão tinha militante tentando defender a gente", ressalta.

Do palanque, Dilma viu a cena e interrompeu o discurso para evitar que as agressões continuassem (veja vídeo). Ela pediu ao público que respeitasse os profissionais da emissora e chegou a pedir aplausos aos humoristas. "A Dilma salvou a minha vida, porque a gente ia tomar um cacete ali", brincou o repórter.

Após a confusão, o Twitter oficial da candidata mostrava a seguinte mensagem: "O CQC estava lá no meio da militância do PT.Puxei uma salva de palmas p/eles.Democracia é isso". O comediante respondeu: "Se você vai salvar o Brasil ainda é cedo para saber, mas minha vida você salvou hoje de alguns militantes do PT. Obrigado".

Terceira agressão

Com o episódio de ontem, essa foi a terceira agressão que o humorista sofreu nos últimos dias. A primeira delas ocorreu em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, quando ele e sua equipe foram abordados por cinco guardas municipais. Na ocasião, Gentili disse à Folha que sofreu empurrões e levou socos.

No dia 1º deste mês, a Band afirmou que a equipe do humorístico foi agredida novamente por funcionários da Prefeitura de Analândia (222 km de SP). O programa produz reportagem sobre uma estação de tratamento de esgoto da cidade inaugurada em junho e que parou de funcionar dois dias depois.

Gentili diz que essas confusões têm aumentado devido ao período eleitoral. "Eu acho que os ânimos estão meio alterados porque a eleição está chegando. Fanáticos já querem defender candidatos, e candidatos estão com medo de que 'podres' apareçam."